18/07/2018 às 13:55 - Atualizado em 18/07/2018 às 14:30

Empresário do ramo de construção leva demandas à Fecomércio RJ

Empresário do ramo de construção leva demandas à Fecomércio RJ
Divulgação José Essiomar Gomes da Silva, representante do ramo de material de construção, conversou com o presidente da Fecomércio RJ sobre cobrança de apoio ao poder público

Em reunião na sede da Fecomércio RJ, no Rio de Janeiro, o empresário de Angra dos Reis José Essiomar Gomes da Silva, representante do ramo de material de construção, conversou com o presidente Antonio Florêncio de Queiroz Junior sobre a importância de promover ações que cobrem mais do poder público os apoios necessários aos principais pleitos dos setores produtivos.

“O governo estadual, assim como os gestores municipais fluminenses, precisam ter consciência do que representa o comércio de bens e serviços no Rio de Janeiro. Para manter empregos e fortalecer os negócios, é necessário ouvir as necessidades das diversas atividades da cadeia produtiva, como o comércio, a pesca e a agricultura, e fazer os investimentos necessários para a sustentação da economia”, ressaltou José Gomes.

As sugestões foram bem recebidas pelo presidente Queiroz, que tomou posse em junho e vem se dedicando à formulação de um conjunto de propostas com os principais pleitos do setor, que serão entregues aos candidatos ao Governo do Estado em encontros que serão promovidos na Fecomércio RJ, entre agosto e setembro.

A economia fluminense tem importância relevante no cenário nacional. O Produto Interno Bruto do Estado do Rio de Janeiro é o segundo maior do Brasil. Em 2017, o PIB do Rio foi de R$ 623 bilhões, segundo estimativa do Ceperj. Os números representam 9,5% do PIB do país. 

Neste cenário, os segmentos de comércio e serviços são responsáveis por 76% de participação na produção fluminense. É importante ressaltar, também, que os 59 sindicatos patronais estaduais filiados à Federação congregam em torno de 430 mil empresas, que respondem por cerca de 60% do PIB estadual e geram cerca de três milhões de empregos formais no Estado do Rio de Janeiro.

 

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