21/11/2018 às 13:14 - Atualizado em 28/11/2018 às 16:21

Solenidades marcam a posse de José Roberto Tadros na Presidência da CNC

José Roberto Tadros assume a Presidência da CNC
Carlos Erbs Jr. Tadros, novo presidente da CNC, ao lado do ex-presidente Antonio Oliveira Santos, e do presidente da Fecomércio RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior

Novembro marcou a posse da nova Diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), liderada pelo empresário amazonense José Roberto Tadros, que assume a Presidência da entidade na gestão 2018 - 2022. 

A Fecomércio RJ, reintegrada à Confederação, faz parte da nova gestão. O presidente Antonio Florencio de Queiroz Junior tomou posse como um dos diretores administrativos. Além da solenidade oficial onde os integrantes da nova diretoria foram diplomados, o dia 19 começou com a realização de uma missa de ação de graças na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.

O novo presidente da Confederação reafirmou que a CNC seguirá ampliando sua atuação, participando de forma assertiva do fomento ao desenvolvimento do Brasil por meio do fortalecimento do comércio. Ele também agradeceu e lembrou os avanços realizados pelo Sistema CNC-Sesc-Senac na gestão de Antonio Oliveira Santos.

Para Tadros, além da necessidade de fortalecer a representatividade e a atuação de Sesc e Senac, é preciso garantir que o País tenha segurança jurídica e liberdade para empreender. Ele tem destacado ainda que pretende, entre os primeiros passos de sua gestão, defender, diante da nova equipe econômica do Presidente eleito Jair Bolsonaro, a necessidade da realização de reformas, como uma simplificação tributária que seja acompanhada da redução de impostos, alinhando o sistema brasileiro às práticas internacionais.

Outra frente de atuação da nova Diretoria será a defesa de um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do Brasil – o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) –, além da ampliação do atendimento às populações mais carentes e longínquas do território nacional.